13 anos depois... estou de regresso á sala de aulas.

sábado, 10 de novembro de 2007

Matemática I, 12

07/11/07

Resumo:
Limites
Descrição:
Exercícios de aplicação à Economia e Gestão (conclusão).
Limites: Introdução e definição informal Operações com limites

http://paginas.ulusofona.pt/p1897/limites.pdf
http://paginas.ulusofona.pt/p1897/exe-limites.pdf

Introd. ao Direito, 9

06/11/07

Resumo:
Critérios de Hierarquia:
Descrição:
Critérios de Hierarquia.
Os vários Órgãos com poder normativo e correspondentes normas. As várias etapas de feitura e aplicação das leis.

A evolução do Direito na Peninsula Ibérica sofreu diversas transformações ao longo dos tempos, tendo sido esse direito influenciado por diversos povos e culturas cuja influência ainda nos dias de hoje é bastante marcante, e podemos exactamente começar pelo periodo pré-romano, durante o qual a peninsula ibírica foi ocupada por diversos povos, noemadamente por Iberos que se radicaram sobretudo na Catalunha e Aragão e por Celtas que fixados predominantementeno Minho e Galiza.
Da fusão desses povos resultaram os Celtiberos, entre os quais os Lusitanos.
Contudo, além desses povos residentes, outros estabeleceram colónias na peninsula, como foi o caso dos Fenícios, Gregos e Cartagineses.
O tipo mais vulgar de organização politica desses povos eram as cidades que integravam tribos que muitas vezes formavam confederações de tribos.
São de destacar, entre outros, Viriato e Certório que comandaram confederações de tribos Lusitanas.
Existiam 3 classes sociais:Os Nobres; poderosos no campo económico e militar; o homens livres em maioria, e os clientes ou servos.
O Direito desses povos era costumeiro ou consuetudinário. Admite-se que em determinado momento os Tordetanos, fixados na Andaluzia, tivessem tido leis escritas, redigidas em verso para serem mais facilmente memorizaveis.
Aliás, ainda hoje encontramos determinados principios ou pressupostos juridicos nos quais assentam tambem alguns ditados populares como "Quem estraga velho, paga novo".
No Ano 19 AC, com a ocupação Romana consolidada, os povos peninsulares passaram a reger-se por leis romanas misturadas com certas práticas costumeiras anteriores. Dessa forma se regeram tambem nos primeiros tempos do dominio Germânico ou Visigótico, desenvolvendo-se contudo, monumentos escritos a partir do Sec. X que culminaram com o Cód. Visigótico, cerca de 645 DC.
Isto depois do Cód. Euriciano, promologado pelo Rei Eurico antecessor de Alarico e do Cód. de Leovigildo.
Aos Visigodos sucederam-se na peninsula os Árabes no Sec. VIII, regidos pelo Direito de carácter confecional.
Fundado no Corão que pouca ou nula incluênca exerceu no direito Visigótico, com a reconquista dos territórios Árabes surge Portugal no Sec. XII que se rege, até D. Afonso III pelo Direito costumeiro com influencias Romanas, Visigóticas, Muçulmanas e Francas.
A partir de D. Afonso III a lei passa a ser a forma normal de criar direito fazendo-se a primeira compilação de direito português no reinado de D. Afonso V.
As ordenações Afonsinas que foram substituidas no Sec. XVI pela ordenações Manuelinas, substituidas pelas Filipinas de 1603 aos Códigos modernos do Sec. XIX.

Conclusão: 3 aspectos
1. Complexidade assinte inicialmente no direito costumeiro.
2. Mesmo no momento em que a lei passa a ter forma, o direito costumeiro te influencia. Mesmo quando Portugal é fundado, a 1ª compilação serve de base o costume.
3. O direito evoluiu do direito costumeiro.

O nosso sistema é romano-germanico, ao contrário de outros, como o anglo-saxónico.

Defina susintamente o que intende por Lei.

Desenvolva: As fontes de Direito.

"A lei tem quatro significados principais"

Intr. ao Pensamento Contêmporaneo, 10

06/11/07

Resumo:
John Stuart Mill
Descrição:
Análise de um texto sobre a Propriedade.

Texto que serve de base para o nosso trabalho:
http://respublica.ulusofona.pt/principios_de_economia.pdf

Autores de referencia para o mesmo trabalho:
http://www.infopedia.pt/$robert-owen

http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Saint-Simon

http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Fourier


Conceito de Liberdade, segundo John Stuart Mill:
- Liberdade para pensar e emitir o que se quizer.
- Liberdade para se viver como se entender.
- Liberdade de associação.

Organização e Estrutura da Empresa, 9

05/11/07

Resumo:
A gestão das organizações
Descrição:
Pensamento clássico das escolas de organização: Taylor e Fayol

Porque é que a teoria clássica é precritiva e normativa?

Comente: a teoria da Administração Cientifica tem enfoque prescritivo e normativo!
A Classica é que tem.
A teoria clássica tem uma preocupaçãocom a estrutura e a cientifica nas tarefas.
O objectivo de ambas é a procura da eficiencia.


•Ênfase nas tarefas - teoria da Administração científica de Taylor;
•Ênfase nas estruturas - teoria clássica de Fayol e a burocracia de Weber;
•Ênfase nas Pessoas - teoria das relações humanas;
•Ênfase no ambiente - teoria dos sistemas;
•Ênfase na tecnologia - teoria da contingência


A Administração Científica Taylor (1856 - 1915)

•1ª teoria sobre princípios e práticas de gestão, desenvolvida nos EUA em 1911;
•Ênfase nas tarefas - preocupação com as operações e tarefas a serem realizadas pelas pessoas que trabalham na organização;
•Pressupostos: é possível e desejável estabelecer através do estudo sistemático e da aplicação dos princípios científicos a melhor maneira de se efectuar um trabalho.

•Pressupostos: os seres humanos procuram a máxima recompensa com o mínimo de esforço. Para ultrapassar esta tendência deve-se determinar com detalhe o que cada trabalhador deve efectuar, assegurar que as instruções são cumpridas e dar o salário correspondente ao desempenho.

•Ideia - A organização baseia-se no princípio da especialização do trabalho. Consiste em decompor o trabalho em várias operações simples para que cada uma seja executada por um indivíduo;
•Objectivo - maior eficiência industrial, através da aplicação do método científico;


Teoria Clássica da Administração

•Para Fayol toda a empresa é composta por 6 funções básicas:
•Financeira;
•Técnica;
•Comercial;
•Contabilidade;
•Segurança;
•Administrativa


Teoria da Burocracia

•Max Weber (1864 - 1920) era sociólogo de origem alemã.
• A sua teoria conheceu significativa divulgação e adesão apenas a partir da década de 40, quando os seus escritos foram traduzidos para língua inglesa (1947).
•Para muita gente o termo burocracia tem um cariz negativo, é associado a excesso de papelada e de regras com prejuízo da eficácia e inovação das organizações.

•A burocracia de Weber é uma a organização racional e eficiente por excelência.
•A racionalização é a imposição de rigorosos critérios meios / fins e, portanto, a exclusão do pensamento de tudo o que é puramente tradicional, ritualista ou emotivo.
•A burocracia fundamenta-se em 6 dimensões principais:

Contabilidade financeira I, 13

05/11/07

Resumo:
Demonstrações financeiras
Descrição:
Demontração de resultados

NOVO CÓDIGO DE CONTAS

POC (Classes)

0- Livre
1-Disponibilidades
2-Terceiros
3-Existências
4-Imobilizado
5-Capital
6-Custos
7-Proveitos
8-Resultados
9-Analítica

Novo Plano (Classes)
1-Meios financeiros Liquidos
2-Contas a receber e a pagar
3-Inventários e activos biológicos
4-Investimentos
5-Capital, reserva e resultados transitados
6-Gastos
7-Rendimentos
8-Resultados

1- 1-Meios financeiros Liquidos (Disponibilidades - No POC)
11-Caixa
12-Deps. á ordem
13-Outros deps.bancários
14-Investimentos financeiros

Exs.:
11.1-> Caixa A- Lisboa
11.2-> Caixa B-Porto
Contas de caixa debitam-se pela entrada e credita-se pela saída

3- Inventários
31- Compras (311-Compras de mercadorias/312-Compra de mat. primas)
32-Mercadorias
33-Matérias primas, subsidiárias e de consumo

Entrada de mercadorias, debita-se a conta demercadorias e creditã-se aconta do fornecedor.
Venda de mercadorias, debita-se a conta do cliente e credita-se a conta das mercadorias.

Intr. ao Pensamento Contêmporaneo, 9

05/11/07

Resumo:
John Stuart Mill
Descrição:
Vida e obra de J. S. Mill. O utilitarismo na visão do autor. Ensaio sobre a Liberdade.

O primeiro trabalho da cadeira é o seguinte:
"O problema da distribuição de riqueza em John Stuart Mill"
O trabalho terá, entre 3 e 5 páginas, tipo de letra Arial 11, a 1,5 espaços.
Data limite de entrega é 16 de Dezembro, por e-mail, para o professor.

http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=stuart+mill&btnG=Pesquisar&meta=cr%3DcountryPT

http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Stuart_Mill

http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Economia

http://www.infopedia.pt/$john-stuart-mill

http://maltez.info/biografia/mill,%20j%20stuart.pdf

http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=distribui%C3%A7%C3%A3o+da+riqueza+mill&meta=


John Stuart Mill (1806 - 1873) Inglaterra
Principais Obras:
Sistema de Lógica Dedutiva (1843);
Princípios de Economia Política (1848);
A Liberdade (1859);
Utilitarismo (1861);
O Governo Representativo (1861);
Sujeição das mulheres (1869);

Sua referencia: Jeremy Bentham e O Bem Comum

Principios fundamentais do Utilitarismo:
"
Princípio do bem-estar (the greatest happiness principle em inglês) – O “bem” é definido como sendo o bem-estar. Diz-se que o objetivo pesquisado em toda ação moral se constitui pelo bem-estar (físico, moral, intelectual).

Consequencialismo – As conseqüências de uma ação são a única base permanente para julgar a moralidade desta ação. O utilitarismo não se interessa desta forma pelos agentes morais, mas pelas ações – as qualidades morais do agente não interferem no “cálculo” da moralidade de uma ação, sendo então indiferente se o agente é generoso, interessado ou sádico, pois são as conseqüências do ato que são morais. Há uma dissociação entre a causa (o agente) e as conseqüências do ato. Assim, para o utilitarismo, dentro de circunstâncias diferentes um mesmo ato pode ser moral ou imoral, dependendo se suas conseqüências são boas ou más.

Princípio da agregação – O que é levado em conta no cálculo é o saldo líquido (de bem-estar, numa ocorrência) de todos os indivíduos afetados pela ação, independentemente da distribuição deste saldo. O que conta é a quantidade global de bem-estar produzida, qualquer que seja a repartição desta quantidade. Sendo assim, é considerado válido sacrificar uma minoria, cujo bem-estar será diminuído, a fim de aumentar o bem-estar geral. Esta possibilidade de sacrifício se baseia na idéia de compensação: a desgraça de uns é compensada pelo bem-estar dos outros. Se o saldo de compensação for positivo, a ação é julgada moralmente boa. O aspecto dito sacrificial é um dos mais criticados pelos adversários do utilitarismo.

Princípio de optimização - O utilitarismo exige a maximização do bem-estar geral, o que não se apresenta como algo facultativo, mas sim como um dever.

Imparcialidade e universalismo - Os prazeres e sofrimentos são considerados da mesma importância, quaisquer que sejam os indivíduos afetados. O bem-estar de cada um tem o mesmo peso dentro do cálculo do bem-estar geral.
Este princípio é compatível com a possibilidade de sacrifício. A princípio, todos têm o mesmo peso, e não se privilegia ou se prejudica ninguém – a felicidade de um rei ou de um cidadão comum são levadas em conta da mesma maneira.
O aspecto universalista consiste numa atribuição de valores do bem-estar que é independente das culturas ou das particularidades regionais. Como o universalismo de Kant, o utilitarismo pretende definir uma moral que valha universalmente.
"
in pt.Wikipedia

Matemática I, 11

02/11/07

Resumo:
Aplicação à Economia e Gestão
Descrição:
Exercícios de aplicação à Economia e Gestão

http://paginas.ulusofona.pt/p1897/exe-economia-1.pdf
http://paginas.ulusofona.pt/p1897/sol-economia-1.pdf

sábado, 3 de novembro de 2007

Organização e Estrutura da Empresa - 8

02/11/07

Resumo:
A gestão das organizações
Descrição:
A gestão em contexto globalizado e competitivo: tendências do mundo actual

ENTRE DOIS MUNDOS
•Os gigantes da era industrial como a General Motors, a Exxon vão gradualmente cedendo lugar aos gigantes do capitalismo cultural como: a Disney, Sony, Microsoft, etc.
•Neste novo mundo controlar o acesso às experiências e recursos culturais passa a ser tão importante como a posse de um património;
•Estamos a entrar numa época em que a experiência humana se torna cada vez mais uma mercadoria consumida sob a forma de acesso a redes polivalentes inscritas no ciberespaço.

A ECONOMIA CONECTADA
•O encurtamento do ciclo de vida dos produtos é hoje uma realidade com que muitas empresas têm de viver. Exemplo: A Chrysler precisou, nos anos 80 e 70, 4,5 anos e de 3000 empregados para produzir o modelo K. A produção do Neon demorou 2,5 anos e foram utilizados 700 pessoas.
•A este encurtamento do ciclo de vida dos produtos corresponde uma maior versatilidade dos consumidores. É pois natural que esta avalancha de produtos suscite um aumento da impaciência e uma destabilização da capacidade de atenção dos consumidores.

Contabilidade financeira I - 12

02/11/07

Resumo:
Demonstrações financeiras
Descrição:
Resolução de exercícios.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Introd. ao Direito - 8

31/10/07

Resumo:
Hierarquia das fontes de direito interno e internacional:
Descrição:
Hierarquia das fontes de direito interno e internacional e correspondentes doutrinas, a nível geral e na Ordem Jurídica Portuguesa. Os vários significados de Lei, Normas Corporativas e Regulamentos.

Aplicação da Lei no Tempo
(Artº 11º e 12º do CC)

CONFLITO DE NORMAS

Regulação da mesma situação juridica por normas incompativeis OU previsão de consequências juridicas opostas para o mesmo comportamento:
- Resolução em sede de interpretação
- Incompatibilização (Ex. interpretação restritiva)
- Normas das fontes de hierarquia diferente
- Coexistência - Norma geral, Norma especial
- Situações plurilocalizadas - conflitos espaciais das normas
- Sucessão das Leis no tempo - conflitos temporais de normas.

APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO

Importância acrescida nas situações de alterações legislativas frequentes.
Sistema juridico aberto e dinâmico e função modeladora do Direito => Necessidade de garantir a estabilidade das situações da vida (função do Direito).

PROIBIÇÃO DA RETROACTIVIDADE DA APLICAÇÃO DA LEI

Fundamento: ideia de defesa dos particulares contra o arbítrio do Estado.

Consagração na CRP apenas num domínio especifico: Artº 29º - Não retroactividade da aplicação da Lei penal incriminadora.

Principio da retroactividade
Artº 29º N.4

Possibilidade de extensão do principio (favorecimento dos particulares quando não ponha em causa a segurança jurídica).

Formas de resolução dos conflitos de lei no tempo:

- Fixação da solução em disposições transitórias (normalmente aplicação dos critérios gerais a situações que por serem mais duvidosas, o legislador entende clarificar.
- Não retroactividade da lei Penal incriminadora. Artº 29 CRP e Artº 6º do Cod. Penal
- Principio da não retroactividade nos casos em que a Lei nada diz.

Interesse na adaptação do Direito á evolução social versus confiança na estabilidade do Direito.

REGRAS DE CONFLITO DA LEI NO TEMPO

Artº12 do CC - Consagração de principios gerais aplicaveis em todo o ordenamento juridico.
Nº1 -> Principio da retroactividade - A lei só dispõe para o futuro,

Se lhe for atribuida eficácia retroactiva, presume-se que ficam ressalvados os efeitos já produzidos pelos factos que a Lei se destina regular..

GRAU DE RETROACTIVIDADE

-> Grau máximo - Lei nova (LN) nem sequer respeitaria as situações definitivas decididas por sentença transitada em julgado ou titulo equivalente (sentença arbitral homologada, transacção).
-> Retroactividade respeita as causas e é finita, mas não se detém perante efeitos juridicos já produzidos no passado mas que não chegaram a ser ojecto de decisão final nem foram cobertos por titulos equivalentes (Ex. Redução da Taxa de juros vencidos sob a tx de restituição de juros vencidos sob a lei anterior (LA).

-> Retroactividade normal (Artº12/1) - Respeita aos efeitos já produzidos pela situação juridica á vigência da LA.

Nº 2
Distinção entre 2 tipos de normas

1ª parte: As que dispoem sobre os requisitos de validade substancial ou formal de factos ou sobre os seus efeitos.
- Aplicam-se apenas a factos novos, ou seja, não dispõem sobre as situações juridicas constituidas antes da entrada em vigor da lei nova.
- Os efeitos em causa são regulamentados como expressão de uma valoração dos factos que lhes deram origem.

2ª parte: As que dispõem sobre os efeitos, mas abstraindo dos factos que lhes deram origem.
- Aplicam-se ás situações juridicas constituidas antes da entrada em vigor da lei nova, mas cujos efeitos subsistam ou estejam ainda em curso á data de inicio da vigencia da nova lei.
- Atende-se directamente á situação juridica, independentemente do facto que a originou.

DOUTRINA TRADICIONAL

- Direito processual - A regra é que a lei nova é de aplicação imediata.
- Leis sobre prazos - Artº 297.
- Estatuto pessoal - Principio da aplicação imediata da lei nova.
- Estatuto real - A regra é a da aplicação da lei do momento da aquisição do direito real.
- Estatuto do contrato - Em principio regulado pela lei vigente ao tempo da conclusão do contrato.
- Estatuto sucessório - No que respeita á sucessão voluntária, aplicação da lei vigente ao tempo da abertura da sucessão, excepto no que respeita a validade do testamento, em que será aplicavel a lei do tempo da sua elaboração.

ESTATUTO DO CONTRATO

Justificação da especialidade. Incorporação da lei vigente á lei de celebração do contrato no contrato (tacitamente acolhidas nas suas disposições pela vontade das partes).
- Disposições sobre a validade formal e substancial - Artº 12º/2, 1ª parte.

- Disposições legais interpretativas ou supletivas - dispondo sobre os efeitos, não abstraem em principios dos factos que lhe deram origem, Artº12º/2 1ª parte

- Regulação dos efeitos que possam ser dissociados do facto da conclusão do contrato - Artº 12º/2 2ª parte.

CEDENCIA DO "ESTATUTO DO CONTRATO"

Razões justificativas da lei nova impõem a sua aplicação imediata mesmo a situações juridicas já constituidas (estatutos das pessoas e dos bens, principios estruturadores da ordem económica e social, tutela de categorias sociais "mais fracas").

LEIS INTERPRETATIVAS

- Existência de uma lei anterior que tenha dado origem a soluções controvertidas.
- Finalidade de interpretação de uma lei anterior - Solução que se situe dentro dos quadros da controversial existênte.
- Lei interpretativa não deve ser hierarquicamente inferior á lei a interpretar.
- Lei interpretativa integra-se na lei interpretada - retroactividade (?)
- Ressalva dos efeitos já produzidos (cumprimento da obrigação, caso julgado, transacção ou actos analogos), ou seja, situações consumadas ou situações de soluções controvertidas que se tornaram certas.

Contabilidade financeira I - 11

31/10/07

Resumo:
Demonstrações Financeiras
Descrição:
Balanço

CNC -Estrutura Conceptual

Exercicio
A Empresa "A, Lda." apresenta a demonstração do Balanço para o periodo findo em 31/12/x-1, bem como as operações realizadas em Janeiro do ano x0.

Balanço
ACTIVOS
Activos não correntes
Activos fixos tangiveis: 400 000
Prop. de investimento: 10 000
Activos intangiveis: 50 000
Investimentos financeiros: 30 000
TOTAL ACTIVOS NÃO CORRENTES: 490 000

Activos correntes
Inventário: 200 000
Clientes: 350 000
Cx.Depos. Bancários: 5 500
TOTAL ACTIVOS CORRENTES: 555 500
TOTAL DOS ACTIVOS: 1 045 500

Capital Próprio e passivo
CAPITAL PRÓPRIO
Capital: 300 000
Reservas: 85 000
R.Transitadas: 20 000
Resultados Liquidos: 50 000
Total Cap. Próprio: 455 000

PASSIVO
Passivo não corrente
Financiamentos obtidos: 150 000

Passivo corrente
Fornecedores: 350 000
E O EP: 11 500
Financiamentos obtidos: 70 500
Outras contas a pagar: 8 500
Resultado: 440 500
Total do passivo: 590 500
TOTAL DO CAP. PRÓPRIO+PASSIVO: 1 045 500

Matemática I - 10

31/10/07

Resumo:
Aplicação à Economia e Gestão
Descrição:
Exercícios com logaritmos e exponenciais. Exercícios de aplicação à Economia e Gestão.

Folhas de apoio:
http://paginas.ulusofona.pt/p1897/exe-economia-1.pdf
http://paginas.ulusofona.pt/p1897/sol-economia-1.pdf

Para aqueles que, como eu estão a ter dificuldade com a Matemática, aqui vão uns sites que nos podem ajudar:
http://mat.no.sapo.pt/

Este é muito bom, vão aos recursos e façam download desde o 7º ano:
http://www.eb23-guifoes.rcts.pt/matic/index.htm

Introd. à Economia - 4

30/10/07

Resumo:
Resolução de exercicios
Descrição:
resolução de exercicios sobre procura e oferta a eslasticidade preco procura

Exercicios:
Suponha que a procura do Bem x é definida por:
P=160-3Qd => Curva da procura, onde:
P= Preço de x e Qd é a quantidade procurada de x.
e a oferta é definida por:
P=5Qs => Curva da oferta, onde:
P=Preço do Bem x e Qs é a quantidade oferecida para x.

a) Determine o preço praticado e a quantidade transacionada em equilibrio:

Pt. de equilibrio <=> Qd = Qs

Procura: 160-3Qd = P <=> 3Qd = -P+160 <=>
Qd = 160/3 - P/3

Oferta: P=5Qs <=>
Qs = P/5

Qd = Qs <=> 160/3 - P/3 = P/5 <=>
160-P = 3P/5 <=> 160-P = 0,6P <=> 160 = 1,6P =
P = 100

Qs = 100/5 = 20 <=> Q* = 20
OU
Qd = 160/3-100/3 = 60/3 = 20

Ponto de Equilibrio:
P* = 100
Q* = 20

b) Represente gráficamente o ponto de equilibrio
Procura: P=160-3Qd
Q=0<=>P=160
P=0<=>0=160-3Q<=>
Q=160/3

Oferta: P=5QS
P=0<=>Q=0

c) Representa gráficamente e calcule o excedente do consumidor
Excedente do consumidor=20(160-100)/2=600

d) Represente o excedente do produtor
Excedente do produtor=20(100)/2=1000

e) Supondo que o Estado impõe um preço minimo de 130, determine o impacto desta medida no equilibrio do mercado do Bem x
P*=Preço de equilibrio=100
P=Preço praticado=130

1) Curva da procura
P=160-3Qd
130=160-3Qd <=> -30=-3Qd <=> Qd=10

2) Curva da oferta
P=5Qs
130=5Qs<=>Qs=130/5<=>Qs=26

Vamos ter excesso de oferta ou escassez de procura:
Qs>Qd<=>26>10<=>26-10=16

f) Resolver, assumindo que o Estado impõe maximo de P=50

1)Curva da Procura
P=160-3Qd
50=160-3Qd<=>3Qd=110<=>Qd=110/3<=>36,7
2)Curva da Oferta
P=5Qs
50=5Qs<=>Qs=50/5<=>Qs=10

Excesso de procura:
Qd>Qs<=>36,7>10
Excesso=26,7(36,7-10)

Elasticidade Procura/Preço (E)
Variação percentual na quantidade procurada dividida pela variação percentual do preço.

Aumentando o preço em x%, que impacto terá na quantidade procurada?
E=%AQ/%AP
E: Indica como o consumidor reage a alterações no preço de um Bem.

E = %AQ/%AP = [(Q0-Q1)/((Q0+Q1)/2)]/[(P0-P1)/((P0-P1)/2)]
OU
E = [(Q0-Q1)/(Q0+Q1)]/[(P0-P1)/P0+P1)]

Exemplo: O Bar da Faculdade vende almoços a 7€. Se mentiver o preço, vende 50 almoços/dia.
Qual a elasticidade:
Cenário inicial (0)
P0=7<=>Q0=50

Cenário (1)
P1=6<=>Q1=70

E = %AQ/%AP

%AQ=(Q0-Q1)/((Q0+Q1)/2)<=>(50-70)/((50+70)/2)<=>-20/60<=>-33%
%AP=(P0-P1)/((P0+P1)/2)<=>(7-6)/((7+6)/2)<=>1/6,5<=>15%

Aumentando P em 15% reduziria a Q em 33%, neste caso reduzimos o P em 15% e aumentámos Q em 33%.
Este bem é elástico, pois reage rápidamente :

E=-0,33/0,15=-2,17
E=2,17

E>1 <=> Procura elástica. %AP < %AQ (Curva da procura é tendencialmente horizontal)

E=1 <=> Elasticidade unitária (igual na % P para Q). Uma ligeira alteração no P conduz a uma variação infinitamente grande da Q procurada. (Curva da procura é totalmente horizontal)

E<1> Procura inelástica. %AP > %AQ (Curva da procura é tendencialmente vertical)

E=0 <=> Procura rígida (Perfeitamente inelástica). Seja qual for o aumento do preço, o consumidor procura a mesma quantidade (Curva da procura é totalmente vertical)

Condicionantes da Elasticidade
1) Substitutos disponiveis: Quando um Bem substituto está disponivel, o aumento do P facilita a mudança do consumo de um Bem para o outro.

2) Importancia do Bem no nosso orçamento: Se as despesas de um Bem são de pouco valor, ou representam uma % pequena no nosso orçamento, o efeito rendimento tende a ser menor mesmo quando existe aumento substancial no P (isto é, os consumidores não sentem o aumento e continuam a consumir as mesmas quantidades).

Exemplo: Mercado das bolas de Berlim:
P=100-Qd (procura)
Qs=4P (oferta)

a) Calcule equilibrio
P*=20
Q*=80

b) Excedente do produtor e do consumidor
Exc. produtor: 800
Exc. consumidor: 3200

c)Suponha que o Estado aplica Max. P=10. Qual o impacto?
Exc. produtor=50

d) Suponha que a oferta passa a ser dada para P=Q+20
Calcule o novo equilibrio e E preço/procura entre equilibrio calculado em a) e d)
Procura: P=100-Qd
Oferta:P=Q+20
100-Q=Q+20<=>2Q=80<=>Q*=40
P=40+20=60
P*=60

Equilibrio inicial
P0=20
Q0=80
Equilibrio final
P1=60
Q1=40

E=%AQ/%AP=(40-80)/((40+80)/2)=-40/60
E=-0,67 (-67)
Relactivamente inelástica

Introd. ao Direito - 7

30/10/07

Resumo:
Os vários sentidos das fontes de Direito:
Descrição:
Lei, Costume, Jurisprudência e Doutrina. Os princípios fundamentais do Direito e das várias Ordens Juridicas.

Aplicação da Lei no Espaço

No DireitoPrivado, oEstado só intervem como legislador.
No Direito Publico, o Estado intervem tambem como (...)

Conflito de Normas no Espaço
- Fundamento: Não aplicação rigida das leis dos Estados. Reconhecimento por cada Estado, das leis estrangeiras e relações.
- Aplicação: Relações transnacionais, que se conexionam com mais do que uma ordem juridica.

Ex.: A é Português, casado com Espanhola. Casaram em Itália onde residem. A quer-se divorciar em litigio.
Qual o Direito aplicavel?
. A Português
. B Espanhola
. Residem em Itália

. Nacionalidade de B?
. Lugar do casamento?
. Local de residencia?

DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO (DIP)

Categorias das Normas DIP
Normas de conflitos: Indicam quais as normas que disciplinam a situaçao juridica.
Normas materiais: Normas directamente reguladoras.

Origem dos conflitos
. Normas Direito interno: Artsº 14 ao 65 do CC
. Normas Direito Internacional Publico: Valor supralegal - Artº 8 da CRP.
Dupla função: Delimitadora do Direito material interno.
- Recognitica da competência do Direito material estrangeiro.

CARACTERISTICAS DAS NORMAS
1-Normas de regulação indirecta - Artº 25 do CC (Norma de regulação directa: 122 e 123)
2-Normas de conexão - Conectam uma situação da vida com o direito aplicavel, através do estabelecimento de um elemento de conexão.
Elemento de conexão - Tem subjacente um critério valorativo - São laços considerados juridicamente relevantes e decisivos por determinação do direito aplicavel.
Ex. Nacionalidade, Residencia habitual, Lugar da situação da coisa.

Conexão indeterminada - Artº 4 Convenção de Roma aplicável ás obrigações contratuais.
Lei aplicavelao contrato = No caso das partes não terem escolhido, o contrato é regulado pelo País que apresente a conexão mais estreita.

Qualificação - Artº 15

Limites: Artº22 - Ordem publica internacional do Estado Português.

- Resolução dos problemas de interpretação e aplicação das normas de conflitos - Delimitação do objecto da remissão (estado das pessoas, capacidade, etc...).
-Sentido estrito - Operação pela qual se submete uma situação ao conceito tecnico-juridico.

- Normas fundamentais formais - Não atendem ao resultado material a que conduz a aplicação das leis da presença.

PRINCIPIOS GERAIS DO DIP PORTUGUÊS

1-Direito Estrangeiro é direito comoo Nacional (Artº 23).
2- Remissão pelo Direito estrangeiro é definitiva. (Artsº 16, 17 e 18)
Reenvio

OMC - ORGANIZAÇÃO MUNDIALDO COMERCIO
Devolução - 18º

Reenvio de 1ºGrau
1º Direito Português deve resolver
2º Estatuto pessoal
LP -> L2 -> LP (LP= Lei Portuguesa, L2 = Lei de 2º País)
Retorno/Devolução indirecta

L2 deve aceitar o reenvio de 2º Grau
L3 Remete para o Direito (não DIP) Português

LP ->1-> L2 ->2-> L3 ->3-> LP

Transmição - 17º

Reenvio de 2º Grau
- Nº1 Norma de conflitos Portuguesa selecciona uma lei estrangeira e esta remete para uma 3ª legislação que se considera competente para regular a situação - Aplicação do Direito material de L3.
- Limite do Nº 2 - Se a Lei referida pela LP for a lei pessoal.
- Limite do Nº3

LP -> L2 -> L3 -> L3

3- Exclusão da aplicação do Direito estrangeiro se a solução material for contrária á ordem publica internacional do Estado Português.

4- Irrelevancia das situações de facto ou de direito criadas com vista a afastar a aplicação da lei que, de outro modo seria competente (Artº 21 CC)

DIP Português - Regras

1-Estado e capacidade das pessoas, Direito da familia e de sucessões => Lei nacional 25º e 31/1º

2- Inicio e termo da personalidade => Lei nacional 26º

3- Propriedade => Lei territorial 46/1º

4- Negócios juridicos => Lei designada pelas partes 41º

5- Sucessão por Morte => Lei pessoal do "de cujus" ao tempo do falecimento.
"de cujus" = Falecido

Intr. ao Pensamento Contêmporaneo - 8

30/10/07

Resumo:
Karl Marx
Descrição:
Análise e discussão do Manifesto do Partido Comunista.

http://www.infopedia.pt/$manifesto-do-partido-comunista

Exemplo de uma organização cooperativa de sucesso, fundada no País Basco onde se inclui a Fagor:

http://www.mcc.es/ing/empresas/empresas.asp